As aulas começaram e a preocupação com a disseminação do vírus da gripe suína aumenta. Há prevenção? O que fazer?
O vírus já circula livremente pelo país e a transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum.
A prevenção pode ser feita com uma mudança nos hábitos de higiene, lavando constantemente as mãos com água e sabão e álcool 70%. O álcool comum não mata o vírus e este permanece vivo no ambiente por até dez horas, por isso a higienização deve ser constante pois qualquer superfície pode estar contaminada.
É claro que as crianças menores não têm essa noção de contágio e prevenção, por isso é dever dos pais, ao entregarem seus filhos aos educadores, cobrarem destes vigilância e cuidados maiores para com os pequenos.
Vale a pena lembrar, que por questão de educação e consciência, quem estiver doente deve utilizar máscaras em locais públicos.
Outra dica válida é que as máscaras cirúrgicas não protegem por longos períodos, segundo o Cremerj, essa máscara só possui eficácia por no máximo 3 horas. O ideal são as máscaras distribuídas pela Anvisa, cuja proteção é maior e sua composição é a mais adequada.
O grupo de maior risco são as grávidas, crianças com menos de dois anos, idosos e pessoas que têm imunossupressão (p.ex.:HIV), hipertensos e diabéticos.
Todas essas informações foram baseadas em comunicados dos órgãos de saúde pública e opiniões de médicos especialistas.
O vírus já circula livremente pelo país e a transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum.
A prevenção pode ser feita com uma mudança nos hábitos de higiene, lavando constantemente as mãos com água e sabão e álcool 70%. O álcool comum não mata o vírus e este permanece vivo no ambiente por até dez horas, por isso a higienização deve ser constante pois qualquer superfície pode estar contaminada.
É claro que as crianças menores não têm essa noção de contágio e prevenção, por isso é dever dos pais, ao entregarem seus filhos aos educadores, cobrarem destes vigilância e cuidados maiores para com os pequenos.
Vale a pena lembrar, que por questão de educação e consciência, quem estiver doente deve utilizar máscaras em locais públicos.
Outra dica válida é que as máscaras cirúrgicas não protegem por longos períodos, segundo o Cremerj, essa máscara só possui eficácia por no máximo 3 horas. O ideal são as máscaras distribuídas pela Anvisa, cuja proteção é maior e sua composição é a mais adequada.
O grupo de maior risco são as grávidas, crianças com menos de dois anos, idosos e pessoas que têm imunossupressão (p.ex.:HIV), hipertensos e diabéticos.
Todas essas informações foram baseadas em comunicados dos órgãos de saúde pública e opiniões de médicos especialistas.
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